Boeing está se preparando para saber na quinta-feira se 33.000 trabalhadores da montagem de aeronaves, a maioria deles na área de Seattle, vão entrar em greve e interromper a produção dos aviões mais vendidos da empresa.
Os membros da Associação Internacional de Mecânicos e Trabalhadores Aeroespaciais planejam votar se aprovam uma oferta de contrato que inclui aumentos salariais de 25% ao longo de quatro anos. Se os trabalhadores da fábrica rejeitarem o contrato e dois terços deles votarem pela greve, uma paralisação começaria na sexta-feira às 12h01 PDT.
Uma greve não causaria cancelamentos de voos ou afetaria diretamente os passageiros das companhias aéreas, mas seria mais um golpe na reputação e nas finanças da Boeing em um ano marcado por problemas em suas operações de aviação, defesa e espaço.
Uma greve tão longa custaria à Boeing até US$ 3,5 bilhões em fluxo de caixa, pois a empresa recebe cerca de 60% do preço de venda quando entrega um avião ao comprador, disse von Rumohr.
Os negociadores sindicais recomendaram unanimemente que os trabalhadores aprovem o contrato provisório alcançado no fim de semana.
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