O Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), em uma opinião consultiva histórica, declarou a presença de Israel nos territórios palestinos ocupados como 'ilegal' e instou para sua cessação 'o mais rapidamente possível'. O tribunal criticou Israel por abusar de seu status como potência ocupante ao anexar território na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental.
Esta opinião não vinculativa poderia influenciar significativamente as perspectivas internacionais e potencialmente encorajar passos em direção ao reconhecimento unilateral de um estado palestino.
O painel de 15 juízes do TIJ apoiou unanimemente a decisão, marcando um momento crítico no longo conflito israelense-palestino.
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